segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010
Aqui volto mais uma vez à minha veia criativa, espalhada e desperdiçada todos os dias em coisas que não perduram no tempo de tão banais que são. São actividades repetitivas, por isso insignificantes e sem mistério, causadoras de tédio e de suicídio mental. Todos os dias deviam ser diferentes, mas todos são iguais, começam e acabam com o mesmo propósito, mais perto do fim de alguma coisa, mais perto do início doutra. Ciclos e epiciclos, consistência, incoerência e consequência da vida humana.
domingo, 8 de Novembro de 2009
100 Mensagens
Este blog chegou às 100 mensagens, não são 100 post's espectaculares, mas são 100 posts e 100 significa sempre alguma coisa. Em tanta escrita que não disse nada e em tão pouco que disse muito... É um blog do momento, do bloqueio ou devaneio, um retrato de mim, que não sou sempre igual embora seja sempre o mesmo... O balanço é de um disturbo mental na internet
segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
"A razão da nossa loucura é elas andarem com menos roupa. A razão de elas andarem com menos roupa é pela nossa loucura.
Elas andam mais divertidas porque ficam loucas ao tentar enlouquecer"
Elas andam mais divertidas porque ficam loucas ao tentar enlouquecer"
E a merda da chuva vem estragar os decotes...
sábado, 3 de Outubro de 2009
Quero deixar um tributo, um tributo indigno depois de ler o que li, que foi uma homenagem ao que vou homenagear. A loucura, perfeitamente descrita por Erasmo de Roterdão merece que todos os dias lhe prestemos atenção. O sonho comanda a vida, mas a loucura comanda o sonho... Não é de louco sonhar com tudo o que não se pode ter? É normal? Sim, porque todos somos um bocado loucos. Sonhar com o que não podemos destrói parte da felicidade possível. Além de sonhar-mos com coisas que não podemos ter, sonhamos com coisas que não podemos ter porque são incompatíveis com outras coisas que sonhamos. Andar com a loira e a morena é algo que não pode acontecer, pelo menos se forem vizinhas e bem conhecidas. E tem de se escolher, às vezes sem sequer provar um bocado do néctar. A loucura faz-nos escolher, mas também nos faz querer provar dos dois sabores, ir à árvore que se tornou a do fruto proibido torna-se numa tentação... O que para essa tentação é a própria stultitia, pois só ela mesmo para negar-mos a nós mesmo a perseguição do prazer.
domingo, 13 de Setembro de 2009
Ano novo, vida nova? Daqui a bocado, o que deveria fazer era comer umas 12 passas, esta para chegar um ano novo e eu sou provavelmente hipocrita para mim mesmo, num estado semi-consciente... Digo que vou fazer isto e aquilo, quando vou fazer aquilo e provavelmente aquela. O entregar os trabalhos a tempo, o estudo para os exames e o estudo para o conhecimento é um dos objectivos deste ano, contudo, vão ser deixados para trás por uns finos do imagem, do piolho, do Cdup ou de uma qualquer festa académica. As saídas até as 4 ou 5, vão-se sobrepor as entradas das 8:30 e 10:30. E o bar e o jardim vão fazer as delicias da tarde. A máquina do Pro, se estiver a funcionar, vai dar azo a muitas "desforras" e "só mais um". Tirando a luta académica, que é demasiado séria para misturar em post's com minis e finos, isto vai resumir 90% do meu ano...
sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
Não tenho escrito nada de jeito, talvez porque não tenha pensado em nada de jeito... A minha cabeça tem um limite, como tem todas. Eu ainda não cheguei a esse limite, mas também não vou chegar até porque dá muito trabalho. Tenho preguiça de pensar com 30 e tal graus à sombra. As férias é uma mentira, sobretudo para quem as passa a trabalhar, prefiro aquele mal dormir e ir pro bar ou para o jardim, acompanhado da SBock e Amendoins... A rotina vai voltar, um terceiro ano de um sitio de elite.lol. Acho que vou ter de os desiludir por hoje, e não deixar nada de especial a pairar nas vossas cabeças, nenhuma constatação tão patética ou inesperada ao ponto de ser brilhante ou no minimo fluorescente.. Para a semana, com a introdução de leituras, a loucura voltará, e aí haverão devaneios de uma mente brilhante...
Gostava de ser como as putas.
Acessivel, com uma carreira profissional de pouca duração e cortava-se nos beijinhos...
FAKE OR NOT FAKE?
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